Estágio em RH na Petrobras
Ao iniciar o Estágio em mil novecentos e setenta e nove passei a integrar um grupo de onze estagiários vindos de diversas Faculdades.
No dia da entrevista para conhecimento entre estagiários e os coordenadores, sentados em uma mesa, um deles me perguntou se eu falava Inglês.
A partir daí o Sr. Raphael começou a falar comigo em Inglês, pois enquanto isto ia colocando em pratica nossa conversação.
Minha primeira tarefa foi elaborar gráficos de pesquisa salariais com orientação do Sr. Tadeu, chefe do Departamento de Cargos e salários.
Como pesquisadores de RH buscavam sempre informações em artigos da Harvard University onde eu tinha participações em algumas traduções contribuindo para o enriquecimento do meu back ground.
Comecei a participar das reuniões do Grupo de Permutas Salariais – GRUPISA- onde fazem parte empresas de diversos segmentos econômicos. Neste período ganhei uma bolsa integral do curso de especialização em Recursos Humanos na Fundação Getulio Vargas.
sábado, 12 de setembro de 2009
terça-feira, 8 de setembro de 2009
terça-feira, 25 de agosto de 2009
A BANDA DO SCALA
Atualmente faço parte de bandas tocando em bailes de carnaval e pré carnavalesco e toco também na orquestra do Scala.
Faço parte de uma excelente orquestra de trinta músicos altamente profissionais alguns deles tem até experiência internacional acompanhando artistas famosos no exterior.
Quando da minha estréia na orquestra, ela foi ovacionada várias vezes e como cartão de visita fui elogiado pelo Maestro, me dando boas vindas e contando comigo para os próximos anos.
Faço parte de uma excelente orquestra de trinta músicos altamente profissionais alguns deles tem até experiência internacional acompanhando artistas famosos no exterior.
Quando da minha estréia na orquestra, ela foi ovacionada várias vezes e como cartão de visita fui elogiado pelo Maestro, me dando boas vindas e contando comigo para os próximos anos.
MANGUEIRA

A VERDE E ROSA
Em 1976 quando aqui cheguei a um sábado de carnaval com a intenção de assistir ao desfile das Escolas de Samba fui para Avenida Presidente Vargas, conhecer as arquibancadas da passarela do Samba. Lá chegando conheci algumas pessoas e soube que os ingressos estavam esgotados então comecei a preparar a estratégia para assistir ao show de graça e à noite voltei para ver o desfile quando cheguei procurei me acomodar no alto da estrutura metálica da arquibancada, onde consegui uma visão privilegiada, juntamente com outras pessoas que lá se encontravam. O Império Serrano estava terminando de desfilar e estava muito bonito, sendo aplaudido pelos milhares de pessoas das arquibancadas que estavam lotadas.
Logo depois anunciaram a próxima que era a Estação Primeira de Mangueira sendo aplaudida e logo depois um silêncio não muito longo até o surdo de a Bateria começar a tocar.
Começou o samba e ninguém ficou mais parado naquela arquibancada. Eu que estava ali presente ouvindo e vendo aquilo tudo, imaginem senhores leitores como fiquei. Sem notar, passei a mão nos meus olhos e as lágrimas brotaram como em milhares de rostos que ali estavam dadas a emoção que, sem saber de onde nascia sem percebermos, todavia era a presença da Verde e Rosa que estava proporcionando aquele momento mágico.
Visto de o alto o bailar do mestre sala Delegado e sua Porta Bandeira que até hoje tenho em minha memória demonstrando arte e dedicação total ao Samba.
Logo atrás vinha a Bateria do mestre Waldomiro, que desde sua entrada na Avenida um som diferente dos Tamborins se destacava dando repeniques em uma harmonia perfeita e iniqualavel ao Samba Enredo.
A emoção ia tomando conta da platéia na medida em que a Bateria se aproximava constatando que a Verde e Rosa é pura emoção.
A Infância ligada à Mangueira
Quando criança na cidade de Luz, MG eu gostava de assistir a Festa do Rosário e ficava impressionado pelas vestes que os Ternos de Dança usavam.
Trajavam chapéus com penachos grandes revestidos de espelhos pequenos e reluzentes, e como complemento uma fantasia em cores fortes lembrando muito as cores da Mangueira em suas fantasias. Os adereços eram retratos de santos ligados a festa do Divino.
Os tambores com suas batidas fortes me faziam dançar devido ao ritmo na sua pegada com a cantoria. Isto fez me estabelecer uma ligação em suas raízes muito forte entre as duas culturas , em especial à Mangueira.
Outro paralelo relevante são as homenagens prestadas ao Mestre Vitalino, um dos grandes escultores do nosso país, que sempre é homenageado em nossa cultura musical nestas duas vertentes culturais.
Meu cunhado conhecia um influente diretor de harmonia na Mangueira e este pediu que eu o procurasse num sábado para que fosse apresentado ao saudoso mestre Waldomiro. No sábado seguinte, lá estava eu sendo apresentado na verde e rosa, onde permaneci por vinte e cinco anos .neste periodo participei de shows e gravações em várias partes do Brasil com artistas renomados como Chico Buarque, Jorge Bem Jor, Sandra de Sá, Alcione, Beth Carvalho e outros, alem de conhecer estrelas como Sting e outros.
Era sempre selecionado pelos mestres Taranta, Alcir, Birinha, Ximbico e outros para esses eventos, passando a constituir uma atividade adicional de trabalho devido à renda proporcionada. Naquela época tínhamos total liberdade para elaborarmos a coreografia. Uma vez noticiaram em um jornal que até a bateria dançava, além de tocar incomparavelmente destacando seus tamborins e surdo de marcação na avenida que levavam a platéia ao delírio.
Tínhamos consciência que ser Mangueirense é um estado de espírito e fazíamos fluir a emoção.Os tamborins tocavam diferentes produzindo uma uniformidade de som único, como a cadência de uma orquestra que ao longe se conhecia, não deixando ninguém parado.
No desfile das Super Campeães logo no início do Sambódromo foi inesquecível.Como ela era a última a desfilar entramos na Avenida por volta de nove horas da manhã e com a temperatura de aproximadamente 40graus.
Tocamos como nunca, pois a bateria estava com 180 ritmistas, na Praça de dispersão voltamos tocando e ninguém arredou o pé se transformando até hoje em um dos maiores shows que a Verde e Rosa já proporcionou em minha opinião.
Em 1976 quando aqui cheguei a um sábado de carnaval com a intenção de assistir ao desfile das Escolas de Samba fui para Avenida Presidente Vargas, conhecer as arquibancadas da passarela do Samba. Lá chegando conheci algumas pessoas e soube que os ingressos estavam esgotados então comecei a preparar a estratégia para assistir ao show de graça e à noite voltei para ver o desfile quando cheguei procurei me acomodar no alto da estrutura metálica da arquibancada, onde consegui uma visão privilegiada, juntamente com outras pessoas que lá se encontravam. O Império Serrano estava terminando de desfilar e estava muito bonito, sendo aplaudido pelos milhares de pessoas das arquibancadas que estavam lotadas.
Logo depois anunciaram a próxima que era a Estação Primeira de Mangueira sendo aplaudida e logo depois um silêncio não muito longo até o surdo de a Bateria começar a tocar.
Começou o samba e ninguém ficou mais parado naquela arquibancada. Eu que estava ali presente ouvindo e vendo aquilo tudo, imaginem senhores leitores como fiquei. Sem notar, passei a mão nos meus olhos e as lágrimas brotaram como em milhares de rostos que ali estavam dadas a emoção que, sem saber de onde nascia sem percebermos, todavia era a presença da Verde e Rosa que estava proporcionando aquele momento mágico.
Visto de o alto o bailar do mestre sala Delegado e sua Porta Bandeira que até hoje tenho em minha memória demonstrando arte e dedicação total ao Samba.
Logo atrás vinha a Bateria do mestre Waldomiro, que desde sua entrada na Avenida um som diferente dos Tamborins se destacava dando repeniques em uma harmonia perfeita e iniqualavel ao Samba Enredo.
A emoção ia tomando conta da platéia na medida em que a Bateria se aproximava constatando que a Verde e Rosa é pura emoção.
A Infância ligada à Mangueira
Quando criança na cidade de Luz, MG eu gostava de assistir a Festa do Rosário e ficava impressionado pelas vestes que os Ternos de Dança usavam.
Trajavam chapéus com penachos grandes revestidos de espelhos pequenos e reluzentes, e como complemento uma fantasia em cores fortes lembrando muito as cores da Mangueira em suas fantasias. Os adereços eram retratos de santos ligados a festa do Divino.
Os tambores com suas batidas fortes me faziam dançar devido ao ritmo na sua pegada com a cantoria. Isto fez me estabelecer uma ligação em suas raízes muito forte entre as duas culturas , em especial à Mangueira.
Outro paralelo relevante são as homenagens prestadas ao Mestre Vitalino, um dos grandes escultores do nosso país, que sempre é homenageado em nossa cultura musical nestas duas vertentes culturais.
Meu cunhado conhecia um influente diretor de harmonia na Mangueira e este pediu que eu o procurasse num sábado para que fosse apresentado ao saudoso mestre Waldomiro. No sábado seguinte, lá estava eu sendo apresentado na verde e rosa, onde permaneci por vinte e cinco anos .neste periodo participei de shows e gravações em várias partes do Brasil com artistas renomados como Chico Buarque, Jorge Bem Jor, Sandra de Sá, Alcione, Beth Carvalho e outros, alem de conhecer estrelas como Sting e outros.
Era sempre selecionado pelos mestres Taranta, Alcir, Birinha, Ximbico e outros para esses eventos, passando a constituir uma atividade adicional de trabalho devido à renda proporcionada. Naquela época tínhamos total liberdade para elaborarmos a coreografia. Uma vez noticiaram em um jornal que até a bateria dançava, além de tocar incomparavelmente destacando seus tamborins e surdo de marcação na avenida que levavam a platéia ao delírio.
Tínhamos consciência que ser Mangueirense é um estado de espírito e fazíamos fluir a emoção.Os tamborins tocavam diferentes produzindo uma uniformidade de som único, como a cadência de uma orquestra que ao longe se conhecia, não deixando ninguém parado.
No desfile das Super Campeães logo no início do Sambódromo foi inesquecível.Como ela era a última a desfilar entramos na Avenida por volta de nove horas da manhã e com a temperatura de aproximadamente 40graus.
Tocamos como nunca, pois a bateria estava com 180 ritmistas, na Praça de dispersão voltamos tocando e ninguém arredou o pé se transformando até hoje em um dos maiores shows que a Verde e Rosa já proporcionou em minha opinião.

O SAMBA NO RIO DE JANEIRO
Tive sorte de vir de Minas para o Rio de Janeiro, uma cidade fantástica onde existe uma miscigenação de fato em todos os sentidos. Embora exista racismo velado muito grande no país, este estado é o mais democrático.
Muito samba na praia ao chegar ao Rio e todo o sábado tinha aquela pelada no posto seis em Copacabana.
Aos domingos o samba comia solto no Arpoador após quatorze horas como estávamos sempre sem dinheiro, passávamos o chapéu recolhendo gorjeta dos turistas para tomarmos cerveja e mais tarde irmos ao Maracanã assistir o Mengão. Comecei então a tocar tamborim, aprendendo com os amigos da turma do pagode após muita observação.
Vi que a tendência era que todos tocassem sempre da mesma maneira, daí a idéia de tocar diferente produzindo um som mais compacto e harmônico e dentro dessa harmonia deixar evidente o compasso do samba. Passei então a fazer exercícios de braço e punho utilizando movimentos cadenciados com um tijolo comum de barro. Isto era para que eu pudesse suportar o tempo de acompanhamento de um samba sem perder o ritmo ou ficar cansado.
Numa dessas tardes de pagode na praia um dos amigos me chamou para irmos ao Salgueiro para ser apresentado ao mestre de bateria daquela escola. Chegando lá toquei alguns sambas e me deram uma carteira para integrar ao grupo de ritmistas daquela escola.
Tive sorte de vir de Minas para o Rio de Janeiro, uma cidade fantástica onde existe uma miscigenação de fato em todos os sentidos. Embora exista racismo velado muito grande no país, este estado é o mais democrático.
Muito samba na praia ao chegar ao Rio e todo o sábado tinha aquela pelada no posto seis em Copacabana.
Aos domingos o samba comia solto no Arpoador após quatorze horas como estávamos sempre sem dinheiro, passávamos o chapéu recolhendo gorjeta dos turistas para tomarmos cerveja e mais tarde irmos ao Maracanã assistir o Mengão. Comecei então a tocar tamborim, aprendendo com os amigos da turma do pagode após muita observação.
Vi que a tendência era que todos tocassem sempre da mesma maneira, daí a idéia de tocar diferente produzindo um som mais compacto e harmônico e dentro dessa harmonia deixar evidente o compasso do samba. Passei então a fazer exercícios de braço e punho utilizando movimentos cadenciados com um tijolo comum de barro. Isto era para que eu pudesse suportar o tempo de acompanhamento de um samba sem perder o ritmo ou ficar cansado.
Numa dessas tardes de pagode na praia um dos amigos me chamou para irmos ao Salgueiro para ser apresentado ao mestre de bateria daquela escola. Chegando lá toquei alguns sambas e me deram uma carteira para integrar ao grupo de ritmistas daquela escola.
segunda-feira, 24 de agosto de 2009
Música
Minha trajetória foi sempre ligada à música. Sempre cantando desde criança.
Gostava de cantar músicas de Ray Charles em Luz aos sete anos de idade e recentemente um amigo de infancia José Maria me lembrou que eu ficava na janela da sala lá de casa cantando “Yesterday” e “I Can’t Stop Lovin You” e a vizinhança ficava a me ouvir e elogiavam . Isto se deve a minha mãe, que não parava de cantar.
Em Belo Horizonte aos 17 anos no baile de formatura do segundo grau no clube Militar de BH um colega de sala me viu pensativo e perguntou se eu gostaria de cantar naquela noite, naquele baile e eu disse que sim. Não sei como ele falou com o dono do grupo musical e lá fui eu tirar o tom da musica “Yester my Yester you Yesterday” de Steve Wonder.
Após o intervalo cantei a música e fui aplaudido da metade da música até o final.
Não sei de onde surgiram tantas meninas bonitas que se sentaram a meus pés para ouvir a música. Após o show vieram me pedir autógrafos e pediram “bis”.
A partir daí passei a cantar aos sábados naquele grupo musical, Os Jovens. Depois fui para o conjunto de Tony Matos de Sete Lagoas.
Toda a quinta-feira ensaiava novas músicas e eu me envolvia cada vez mais.
Chegava a gravar uma música em quinze minutos e depois trabalhava sua tradução para saber seu conteúdo e das músicas pesquisadas as mais ricas eram dos “Beatles”, que me fascinava pela capacidade melódica e conteúdo de suas letras.
Todas elas mereciam uma interpretação especial, porém nenhuma me encantava tanto quanto “Something” que era difícil de interpretar devido à passagem da primeira para a segunda parte sem perder o tom.
Digo interpretar, pois não sei por que, ao cantá-la me transportava para o nirvana e quando me viam falavam que eu estava com os olhos cheios de lágrimas confirmava aí uma relação espiritual muito estreita com a música embora nunca tenha estudado música e não saber nenhuma nota musical sequer. Quando eu dizia isso meus amigos do conjunto riam de mim e não acreditavam.
Como treinamento da minha voz sempre ia para um sítio no final do bairro Nova Granada onde morava e cantava várias vezes a mesma música desenvolvendo o máximo o meu potencial vocal.
Uma vez ao terminar a missa dominical uma família estava me olhando e a senhora me perguntou se eu era o rapaz que cantava aquelas músicas que ela gostava de ouvir e me parabenizaram.
Naquela época a caravana que acompanhava o conjunto para todos os lugares onde se apresentava aumentou bastante.
Músico na noite de BH.
Aos vinte anos cantava na noite de BH em casas noturnas.
Estive quase um ano na Boate Pìgaley, onde interpretava muitas músicas de John Matias e outros cantores de sucesso da época, um repertório variado incluindo músicas brasileiras como Sambas e MPB.
Naquela época recebi convite para gravar disco porém como tinha que vir para o Rio acabei desistindo, pois comecei a me preocupar com o futuro e queria estudar.
sexta-feira, 21 de agosto de 2009

FACULDADE
Ao chegar ao Rio de Janeiro em setenta e seis, me inscrevi no vestibular das Faculdades Integradas Simonsen, em Padre Miguel, fazendo as provas de vestibular no domingo. Logo após fui saber o resultado e lá estava meu nome como aprovado na relação.
Começava então a realizar meu sonho de fazer curso de nível superior em Administração de Empresas. Comecei então a pensar em como pagar as mensalidades, pois naquela semana estava iniciando em um novo emprego em uma Casa de Saúde Santa Lucia em Botafogo.
O dinheiro disponível só dava para pagar a matrícula, mas soube que o governo estava institucionalizando o Crédito Educativo que viria a financiar meus estudos até a formatura.
Saia do trabalho todos os dias apressado para pegar o trem na central do Brasil, os famosos trens, quarenta em um e quarenta e dois que andava diariamente no horário de mais movimento e era neles que tinha tempo para estudar.
Durante aqueles anos de viagens constantes, muita historia tenho para contar, com muito pagode, sueca e purinha com grupinhos constantes ou construídos momentaneamente para a ocasião.
Em uma das avarias, logo no início dos tempos de faculdade o trem chegou trinta minutos atrzadona estação de Padre Miguel onde eu desenbarcava, chegando no final da prova de Macro Economia. Tentei convencer ao professor, mas sem sucesso, acabei ficando em dependência nesta matéria. Minha luta era árdua, pois minha janta era apenas uma mariola todas as noites ao chegar à república.
Desde criança sabia lá no fundo de minha mente que para galgar caminhos triunfantes teria que abdicar de uma série de coisas consideradas normais, porém eu que vinha lá de baixo, sem pais ao meu lado, nada seria fácil e teria um preço muito alto que eu estaria disposto a pagar para atingir meu objetivo.
Esse Crédito Educativo me possibilitou estudar e concluir o curso de Administração de Empresas, uma dádiva que me levou a conquistar minha Alforria
Esta conquista recentemente me assustou, quando estava falando com minha esposa, chegando a me emocionar, pois foi uma longa estrada com muitos espinhos até certo ponto intransponíveis, mas sem saber que era impossível, fui lá a fiz, então me deu um calafrio e comecei a chorar.
Naquele momento me dei conta que ao final da estrada lá estava eu pisando em terra firme e ao imaginar que em algumas situações o chão aonde hoje piso chegou a não existir em dias e noites intermináveis da minha vida, com todos os problemas, inclusive morte prematura de minha mãe, quando eu tinha 12 anos e meu pai anos depois quando eu já estava para me formar, as coisas mais dolorosas que me aconteceram.
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