
O SAMBA NO RIO DE JANEIRO
Tive sorte de vir de Minas para o Rio de Janeiro, uma cidade fantástica onde existe uma miscigenação de fato em todos os sentidos. Embora exista racismo velado muito grande no país, este estado é o mais democrático.
Muito samba na praia ao chegar ao Rio e todo o sábado tinha aquela pelada no posto seis em Copacabana.
Aos domingos o samba comia solto no Arpoador após quatorze horas como estávamos sempre sem dinheiro, passávamos o chapéu recolhendo gorjeta dos turistas para tomarmos cerveja e mais tarde irmos ao Maracanã assistir o Mengão. Comecei então a tocar tamborim, aprendendo com os amigos da turma do pagode após muita observação.
Vi que a tendência era que todos tocassem sempre da mesma maneira, daí a idéia de tocar diferente produzindo um som mais compacto e harmônico e dentro dessa harmonia deixar evidente o compasso do samba. Passei então a fazer exercícios de braço e punho utilizando movimentos cadenciados com um tijolo comum de barro. Isto era para que eu pudesse suportar o tempo de acompanhamento de um samba sem perder o ritmo ou ficar cansado.
Numa dessas tardes de pagode na praia um dos amigos me chamou para irmos ao Salgueiro para ser apresentado ao mestre de bateria daquela escola. Chegando lá toquei alguns sambas e me deram uma carteira para integrar ao grupo de ritmistas daquela escola.
Tive sorte de vir de Minas para o Rio de Janeiro, uma cidade fantástica onde existe uma miscigenação de fato em todos os sentidos. Embora exista racismo velado muito grande no país, este estado é o mais democrático.
Muito samba na praia ao chegar ao Rio e todo o sábado tinha aquela pelada no posto seis em Copacabana.
Aos domingos o samba comia solto no Arpoador após quatorze horas como estávamos sempre sem dinheiro, passávamos o chapéu recolhendo gorjeta dos turistas para tomarmos cerveja e mais tarde irmos ao Maracanã assistir o Mengão. Comecei então a tocar tamborim, aprendendo com os amigos da turma do pagode após muita observação.
Vi que a tendência era que todos tocassem sempre da mesma maneira, daí a idéia de tocar diferente produzindo um som mais compacto e harmônico e dentro dessa harmonia deixar evidente o compasso do samba. Passei então a fazer exercícios de braço e punho utilizando movimentos cadenciados com um tijolo comum de barro. Isto era para que eu pudesse suportar o tempo de acompanhamento de um samba sem perder o ritmo ou ficar cansado.
Numa dessas tardes de pagode na praia um dos amigos me chamou para irmos ao Salgueiro para ser apresentado ao mestre de bateria daquela escola. Chegando lá toquei alguns sambas e me deram uma carteira para integrar ao grupo de ritmistas daquela escola.

Nenhum comentário:
Postar um comentário